terça-feira, 6 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA E VIDA

“Se pois, o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres.” Jo.6.36



Os grandes periódicos locais trazem, nesta semana, manchetes de primeira página apontando, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, o avanço da fé evangélica entre os brasileiros, com a capital paraense aparecendo como a segunda maior do País em número de pentecostais, com um percentual de 22,99%, abaixo apenas de Rio Branco, no Acre com 28,43%, significando que “... o Estado teve um aumento bem acima do Brasil no número de evangélicos(...) sobretudo, os pentecostais. Então, pode-se concluir que a composição religiosa da população do Pará está mudando em um ritmo muito forte...”, segundo informa matéria publicada no caderno Atualidades, da edição nº 33.316/2011, de O Liberal.

Mesmo sem querer apontar este ou aquele fator como propulsor dessa arrancada, convém destacar o papel desempenhado pelos cristãos evangélicos, notadamente os assembleianos, na tarefa de ir por todo o mundo pregando o Evangelho a toda a criatura( Mc. 16.15) desde que chegaram em plagas brasileiras em novembro de 1910.
Justamente a partir desta morena faceira Belém do Pará, começando com Daniel Berg e Günnar Vingren, a mensagem pentecostal foi levada com tal impulso, espalhando-se por todo o território nacional, de tal modo que se criou na mídia secular uma expressão que atestava o assombro de todos ante o fenômeno que nem que quisessem podiam ignorar: Em qualquer localidade brasileira, mesmo a mais isolada, duas coisas podiam ser encontradas - A Assembleia de Deus e a Coca-Cola.

A mensagem de que Jesus liberta o homem do poder do pecado, dos vícios e da perdição eterna falava bem de perto às necessidades das pessoas, fazendo-as esquecer as vicissitudes do dia a dia. A independência espiritual que só o Evangelho promove contribuiu para dar dignidade a homens e mulheres esquecidos pelas políticas públicas oficiais deste imenso Brasil.

Entretanto, no passado como hoje, a eficácia salvadora do Evangelho em transformar o ‘homem velho numa nova criatura’ continua sendo comprovada em milhões de cidadãos nascidos de novo que engrossam as fileiras nacionais e concorrem para o desenvolvimento deste País, como a atestar que só Cristo liberta e proporciona independência espiritual e vida com abundância.

Daí ser imperioso aos autênticos pentecostais assembleianos prosseguir no mesmo afã que impulsionou os pioneiros deste Movimento, como bem salienta a letra inspirada do hino “Meu Brasil”:
“Debelar a escuridão minh’alma anseia/Nesta terra onde o Cruzeiro prega a paz./Espalhando Bíblias, Bíblias às mancheias;/A vitória, meu Brasil, alcançarás.
Não te peço, meu Senhor, poder, riqueza,/Nem as glórias deste mundo de ilusão;/Dá que eu possa ver fulgindo de beleza,/ Na coroa de Jesus – Minha Nação!”

Cantemos todos neste Sete de Setembro:

“MEU BRASIL! O EVANGELHO DE JESUS TE QUER SALVAR!”




Maria Lúcia Fonseca

Um comentário:

  1. Minha irmã, querida e inesquecível! Que saudade e que falta vc me faz nesses dias. Vc tinha respostas para todas as minhas questões e suas palavras acalmavam meu coração.

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